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PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Tratamento cirúrgico e/ou endovascular das patologias da aorta: experiência de três anos do Hospital São Francisco
Marcela Sales, Jose Dario Frota F°, Álvaro Rösler, Alex Mello, Eraldo Lucio, Paulo Leaes, Fernando Lucchese

Protocolo: 16848

Fundamentos e Introdução:

 Mesmo com os avanços científicos e tecnológicos ocorridos na cirurgia cardiovascular, as patologias da aorta continuam representando um grande desafio para clínicos e cirurgiões. A abordagem cirúrgica é variável e depende da porção da aorta acometida. Nos últimos anos foram introduzidos procedimentos híbridos de aorta, que por sua vez melhoraram as perspectivas nos casos em que a cirurgia convencional não pode ser realizada.

 

Objetivos:

Relatar a experiência do Hospital São Francisco (HSF) e descrever os resultados hospitalares dos procedimentos para tratamento da aorta.

 

Delineamento:

Série de casos.

 

Pacientes e métodos:

Entre janeiro de 2006 e dezembro de 2008, 119 pacientes foram submetidos consecutivamente a cirurgia da aorta no HSF. Dentre estes, 77 (64,7%) eram do sexo masculino. A média de idade verificada foi 59,2 anos (± 12,3 anos). Os pacientes foram separados em dois grandes grupos de acordo com a patologia relacionada. No primeiro, com 64 (53,7%) pacientes, foram alocados os aneurismas, pseudo-aneurismas e coarctações. No segundo, com 55 (46,3%) pacientes, foram alocadas as dissecções crônicas e agudas e os hematomas intramurais. Os procedimentos foram de emergência ou de urgência em 27% dos casos (primeiro grupo = 15%; segundo grupo = 37%). Foram realizados 50 (42%) implantes de tudo de Dacron, 37 (31%) implantes de tudo valvado de Dacron, 19 (15,9%) implantes associados de tubo de Dacron e stent cirúrgico, seis (5%) implantes de stent cirúrgico, cinco (4,2%) implantes de endoprótese por via endovascular e dois (1,6%) implantes associados de tudo valvado de Dacron e stent cirúrgico.

 

Resultados:

A taxa de mortalidade hospitalar específica observada no primeiro grupo foi 9,5%, no segundo grupo foi 27,2% e a taxa geral foi 17,6%.

 

Conclusão:

Chamando a atenção para a heterogeneidade do grupo geral dos pacientes e para o grande número de procedimentos de emergência ou urgência realizados, verificamos que as taxas de mortalidade observadas foram compatíveis com os resultados descritos na literatura médica.

 

Hospital São Francisco - Complexo Hospitalar Santa Casa, Porto Alegre, RS, BRASIL

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