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PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Estenose Subaórtica Isolada - Experiência com tratamento cirúrgico
R. K. Kalil, P.R. Prates, F. A. Lucchese, V.E. Bertoletti, E. M. Pereira, I. A. Nesralla

Os autores analisam os resultados do tratamento cirúrgico da estenose subaórtica isolada (tipo anel fibroso ou diafragma ou tipo 1 de Kelly) na sua experiência de 9 casos e fazem breve relação com dados de outros. Dos 9 pacientes, 4 eram homens e 5 mulheres, com idades variando de 10 a 40 anos (média 20 anos). Um caso se acompanhava de CIV, noutro havia seqüela de endocardite bacteriana sobre a valva aórtica e outro se apresentava com estenose supra-aórtica. São apresentados os dados de anamnese, exame físico, eletrocardiograma, estudo radiológico, cateterismo cardíaco e cineangiocardiografia. O gradiente VE-Ao variou de 55 a 158 mmHg (média 91,7 mmHg).


A cirurgia consistiu da ressecção do anel fibroso subvalvar isoladamente em 5 casos. Foi realizada também ventriculosseptoplastia, valvuloplastia aórtica, prótese aórtica e aortoplastia em cada um dos 4 casos restantes. Não houve óbitos hospitalares, ou tardios. A melhora funcional foi evidente em todos os pacientes. O tempo de seguinte pós-operatório variou entre 10 meses e 7 anos (média 3 anos).


Concluem pelos bons resultados da ressecção cirúrgica do anel fibroso subvalvar, com pequeno risco operatório. A cirurgia estaria indicada sempre que houver demonstração angiográfica da lesão, mesmo com gradientes pouco significativos, pelo caráter progressivo da estenose e pelo risco de lesão valvar aórtica.

 

Summary


The authors present the results of surgical treatment of mild subaortic stenosis (membranous or Kelly type I) from their experience of nine cases. Four patients were men and five women, with ages ranging from 10 to 40 years (mean 20 years). There was one case with associated VBP, one with severe aortic regurgitation caused by previous bacterial endocarditis and a third with supravalvar stenosis, hypertelorism, small build and mental retardation.


The left ventricular-aortic gradient ranged from 55 to 158 mmHg (mean 91.7 mmHg). Four patients were assymptomatic. There was mild to severe aortic regurgitation in every case.The operation consisted of excision of the fibrous membrane in all cases. In four closure of the VSD, aortic valvuloplasty, insertion of am aortic prothesis and wid-deni ng of the ascending aorta with a Dacron patch were performed. There were no deaths. The followup period lasted from 10 months to 7 years (mean 37 months). All patients reported functional relief.


The good results and low operative risk show that the operation should be indicated upon angiographic demonstration of the subaortic lesion, even when the gradient is low, since the stenosis is known to be progressive and there is usually injure to the aortic valve by “jet lesion” or by endocarditis.


Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul/Fundação Universitária de Cardiologia Porto Alegre


Arq. Bras. Cardiol. 30/4 261-266 - Agosto 1977


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