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PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Análise Ecocardiográfica Bidimensional da Junção Atrioventricular nas cardiopatias congênitas
Paulo Zielinsky, JoseCarlos Haertel, Fernando A. Lucchese

A abordagem seqüencial. das cardiopatias congênitas tem seu papel já estabelecido no contexto da cardiologia pediátrica. Por ser o método mais completo para descrição, classificação e elaboração diagnostica das cardiopatias congênitas, é hoje a pedra angular dos que se dedicam ao tema, seja do ponto de vista anatômico, angiográfico, clínico ou cirúrgico.



O advento da ecocardiografia bidimensional sedimentou esse conceito, porquanto permite uma investigação morfológica sistemática do coração e grandes vasos, em qualquer situação normal ou anormal Adotamos a seqüência preconizada pelos estudos anátomo-patológicos de Becker e Amderson1 e a nomenclatura proposta por Tynan e col., na descrição dos achados obtidos no ecocardiograma bidimensional rotineiro, baseando-nos no estabelecimento do “situs”, das conexões e das relações segmentares.


Este trabalho objetiva estudar a análise da junção atrioventricular (A-V) através da ecocardiografia bidimensional, mesclando conceitos da literatura com observações pessoais.


A morfologia e as relações atriais e ventriculares


O passo mais importante para a caracterização da conexão atrioventricular é o correto reconhecimento da morfologia e das relações atriais e ventriculares.


A morfologia atrial, ao exame anátomo-patológico, é determinada, fundamentalmente, pela forma do apêndice atrial e pela presença de remanescentes das valvas venosas, pelo aspecto das trabeculações e da “crista terminalis”. As conexões venosas sistêmicas e pulmonares não constituem critérios adequado para essa caracterização, tendo em vista a freqüente drenagem venosa anômala de veias sistêmicas ou pulmonares.


Do ponto de vista ecocardiográfico bidimensional, não se dispõem, até o momento, de elementos seguros para a identificação da anatomia atrial. Apesar das conhecidas limitações, ela ainda está baseada no reconhecimento da  drenagem das veias cavas no átrio morfologicamente direito (fig. 1) e de, ao menos, duas veias pulmonares no átrio morfologicamente esquerdo, principalmente no corte de 4 câmaras subcostais (fig. 2). O estudo da anatomia ecocardiográfica bidimensional dos apêndices atriais está sendo apenas esboçado e por isso ainda não oferece a segurança desejada para a correta caracterização da morfologia atrial.


Arq. Bras. Cardiol. 43/12 127-134 - Agosto 1984



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