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CRÔNICAS MÉDICAS

Os transplantes: entre o céu e o inferno
Dr. Fernando Lucchese


Após cinco décadas, os transplantes de órgãos continuam sobrevivendo entre:

O céu...

• do ato de amor representado pela doação livre e espontânea de órgãos
• da solidariedade
• da recuperação da saúde
• do prolongamento de vidas felizes
• de crianças doentes que voltaram a sorrir
• da alegria do dever cumprido por médicos e enfermeiros abnegados

O inferno...
• do supremo egoísmo de negar a doação de órgãos, permitindo que simplesmente apodreçam
• da falta de solidariedade
• das mortes na fila de espera
• da falta de recursos para melhorar a  qualidade e quantidade de transplantes
• da frustração das equipes de transplantes com as mortes que não puderam ser evitadas e com as que poderiam ter sido
• da falta de órgãos para os transplantes 

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